O que fazemos
Integração de sistemas.
As ferramentas que já existem passam a falar entre si.
Integração de sistemas
Do problema ao primeiro passo
O problema
A empresa tem vários sistemas que não falam uns com os outros. Os dados não fecham, o fecho do mês depende de folhas de cálculo cruzadas à mão e há pontos críticos que dependem de uma pessoa que sabe fazer aquilo. Quando essa pessoa falta, o processo pára.
O nosso método
Começamos por mapear como a informação circula: de onde vem cada número, por onde passa e onde é reescrita. Esse mapa mostra onde está o risco e o custo. Só então decidimos que sistemas ligar, por que ordem e com que retorno esperado.
Na maior parte dos casos não é preciso trocar as ferramentas, é preciso ligá-las. Integramos o que existe e medimos o que muda.
Números em que se pode confiar
Quando os sistemas passam a falar entre si, deixa de haver duas versões do mesmo número. É isso que torna possível decidir com dados em vez de decidir com a estimativa de quem está mais perto do assunto, e é isso que faz o fecho do mês deixar de ser uma reconstrução manual.
O passo pequeno
O Diagnóstico entrega o mapa da circulação da informação e um plano de integração com prioridades. A empresa fica com ele, avance ou não avance a implementação.
Como trabalhamos
Quatro fases, por esta ordem
Nenhuma área começa antes do diagnóstico. Podemos ser contratados apenas para a primeira fase.
- 01
Diagnóstico
Percebemos a operação e identificamos onde estão o custo, o atrito e o risco.
- 02
Desenho
Decidimos o que vale a pena mudar, por que ordem e com que retorno esperado.
- 03
Implementação
Construímos: plataformas, automação, integrações e soluções à medida.
- 04
Operação
Acompanhamos o que fica a funcionar, medimos e ajustamos.
Perguntas frequentes
Perguntas sobre integração de sistemas
Comecem por uma conversa
Se houver um processo que consuma tempo a mais, podemos ajudar a perceber porquê. A conversa não compromete nada.