O que fazemos
Formação em inteligência artificial para equipas.
Para equipas de direcção e de operação: o que a inteligência artificial faz, o que não faz e como usá-la com os dados da própria empresa.
Formação em inteligência artificial
Do problema ao primeiro passo
A nossa formação em inteligência artificial é desenhada à medida para equipas de direcção e de operação, para que as pessoas saibam o que a inteligência artificial faz e não faz e a usem com segurança no trabalho de todos os dias. Começa por perceber o que cada equipa faz e que dados usa, e a prática faz-se sobre esses dados.
O problema
As ferramentas de inteligência artificial já estão nas empresas, muitas vezes sem ninguém ter decidido isso. Cada pessoa usa-as à sua maneira, sem saber que informação pode partilhar, e a direcção não sabe se estão a poupar tempo ou a criar risco. Uma formação genérica sobre ferramentas não resolve: as pessoas voltam ao trabalho sem saber aplicá-la ao que fazem.
O nosso método
Antes de formar, percebemos que equipas participam, que trabalho fazem e que dados usam. Com isso, desenhamos um programa à medida: a duração, o nível e os exemplos dependem da equipa e não de um catálogo. As sessões são práticas e trabalham sobre casos e dados da própria empresa, com as regras de segurança acordadas à partida.
O que abordamos
- O que a inteligência artificial faz e o que não faz: onde ajuda, onde erra e porque é que a supervisão continua a ser necessária.
- Uso seguro dos dados: que informação pode entrar numa ferramenta, qual nunca sai da empresa e quem decide.
- Aplicação por área: marketing, vendas, operação e finanças, com exemplos do trabalho real de cada equipa.
- Prática com os dados da empresa: exercícios sobre documentos, processos e números da própria organização.
Para quem
- Equipas de direcção, que precisam de decidir onde a inteligência artificial tem retorno e que regras definir.
- Equipas de operação, que vão usá-la no trabalho de todos os dias e precisam de o fazer com critério.
O passo pequeno
Uma conversa para perceber que equipas querem formar e com que objectivo. Se a formação fizer parte de um trabalho maior de inteligência artificial aplicada, o Diagnóstico mostra por onde começar.
Como trabalhamos
Quatro fases, por esta ordem
Nenhuma área começa antes do diagnóstico. Podemos ser contratados apenas para a primeira fase.
- 01
Diagnóstico
Percebemos a operação e identificamos onde estão o custo, o atrito e o risco.
- 02
Desenho
Decidimos o que vale a pena mudar, por que ordem e com que retorno esperado.
- 03
Implementação
Construímos: plataformas, automação, integrações e soluções à medida.
- 04
Operação
Acompanhamos o que fica a funcionar, medimos e ajustamos.
Perguntas frequentes
Perguntas sobre formação em inteligência artificial
A formação é igual para todas as empresas?
Não. O programa desenha-se para cada empresa, a partir das equipas que participam, do trabalho que fazem e dos dados que usam.
É preciso saber programar?
Não. A formação é para quem dirige e para quem opera, e trabalha sobre ferramentas e tarefas do dia a dia, não sobre programação.
Que dados da empresa entram na formação?
Os que se acordarem à partida. Definimos antes das sessões que dados entram nos exercícios e quais nunca saem da empresa, e é essa mesma regra que a formação ensina a aplicar.
Podemos combinar formação e implementação?
Sim. A formação pode ser o primeiro passo de um trabalho de inteligência artificial aplicada, ou acompanhar uma solução que já está a ser construída, para que a equipa a use com critério.
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Comecem por uma conversa
Se houver um processo que consuma tempo a mais, podemos ajudar a perceber porquê. A conversa não compromete nada.